Whazup! Post de hoje pro pessoal que tá no Brasil sofrer mesmo... ahahah :) E o som que, *eu não faço a mínima idéia do por que*, não saiu da minha cabeça e playlist hoje. Hope you like it.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
o que eu quero...
Vazia, me flagro com o pensamento distante. Distante o suficiente para a pergunta: ''O que eu quero para mim?'' surgir. Inesperadamente. Então… o que eu quero para mim?
Imagino que não sou capaz de responder essa pergunta tão pessoal, e ao mesmo tempo tão vaga, para um eu, num momento como esse. Tá, isso foi uma desculpa ruim. Pra falar a verdade, não vejo problema algum com o momento. Só acho muito, me obrigar a saber a resposta para uma pergunta tão complexa quanto essa. (Sendo que eu nem sei o que eu quero comer amanhã.)
Quero amar, ou ser amada? Quero extravasar, ou só existir? Planejar um futuro, me deixa, de certo modo, angustiada. Me sentindo impotente de mais, por nunca saber o que é melhor para mim.
Mas isso, no meu ver, é algo que não pode ser esboçado e aperfeiçoado. Quando bem entendermos, ou estivermos insatisfeitos. A vida é muito mais. É algo que a gente descobre com o tempo. Quando menos esperamos, normalmente, em épocas de vendavais.
Talvez eu possa não saber o que eu quero exercer como profissão. Talvez eu não saiba o que escolher, entre uma viagem pelo mundo, ou uma casa com cerca branca, marido, filhos e alguns filhotinhos de Yorkshire fazendo xixi no colchão. E, talvez, eu não saiba, mesmo, nem o que eu quero comer amanhã.
Mas eu sei o que quero para mim, como pessoa, e venho trabalhando nisso por algum tempo… Eu quero ser sempre aquilo com quem simpatizo. Quero idéias. Outras. Não mais as minhas. Quero o antigo. O novo… ou a mistura dos dois. Quero poder ser eu mesma. E que, perto de mim, os outros se sintam confortáveis para serem eles mesmos também. Quero confiar e ser confiada. Quero o simples e o complexo. Quero boas memórias. E uma paixão passageira, como a dos filmes europeus. Acima de tudo, quero paz. Paz para mim e para o mundo. Dar uma de Ghandi, quando estiver prestes a explodir. Quero ser feliz. Por instantes mais longos, ao menos. Quero o encanto de Caio Fernando Abreu. Aproveitar, de alguma forma, cada segundo de vida que Deus me deu. E, depois de tanto querer… lhes confesso o que eu, de fato, quero neste exato momento. Quero me dar uma folga de 15 minutos e ver o sol no horizonte morrendo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Compartilho com vocês o meu dia, um tanto quanto monótono, porém, bem aproveitado. Big session de 90210 + Audrey Hepburn + Comer, Rezar e Amar = combinação agradabilíssima. E, taí alguns sons que eu ouvi hoje pra passar o tempo...
http://www.youtube.com/watch?v=XYc0qjAhWoM
http://www.youtube.com/watch?v=K7WKJWGzxKU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TTHveS0UjKw&NR=1&feature=endscreen
http://www.youtube.com/watch?v=K_bQ80xZNwI
http://www.youtube.com/watch?v=iAkI4mMSJSY
http://www.youtube.com/watch?v=XYc0qjAhWoM
http://www.youtube.com/watch?v=K7WKJWGzxKU&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TTHveS0UjKw&NR=1&feature=endscreen
http://www.youtube.com/watch?v=K_bQ80xZNwI
http://www.youtube.com/watch?v=iAkI4mMSJSY
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
darkness
''Um dia me sinto muito gente, grande de mais até… No outro me percebo como só mais uma nesse imenso globo que chamamos de Terra.'' Hoje, por algum motivo que… eu não sei explicar (talvez fosse o mundo conspirando ao meu favor, minha consciência um pouco perturbada, ou talvez, fosse só o fim da minha tpm…), eu me senti muito grande. Tive o prazer de acordar, e sentir que o dia iria valer. E, assim como o sentimento que me predominou de imediato, algo dentro de mim, queria fazer o dia realmente valer a pena. Meio-dia. Em ponto. Não muito cedo, muito menos um horário apresentável para demonstrar algum sinal de mudança. Mas, provavelmente, um dos horários que acordei mais cedo, desde que cheguei aqui. E, não me culpem… eu ainda não me acostumei com o fuso-horário. E nunca vou me acostumar. Horário não é muito o meu forte (ainda mais quando se perdem 3 horas, num piscar de olhos). Mas isso, definitivamente, não vem ao caso. Então, onde eu tava mesmo? Ah… hoje, apesar de eu não saber o por quê, ao meio-dia, tomando café ao invés de estar almoçando… eu queria fazer o dia valer. Com uma roupa pronta na cabeça, abro a janela… e imaginem a minha frustração ao saber que lá fora a temperatura era -5 graus. (Alegria…) Mas algo, diferente dos outros dias, me encorajou a sair de casa. Mesmo com -5 graus do lado de fora. Mesmo sendo meio-dia. E, o melhor: mesmo sem saber o por quê disso tudo. Talvez eu só quisesse espairecer, escutar a minha playlist de (se me permitem dizer) muito bom gosto, e ter um momento só meu. Dito e feito. Lá fora era tão frio, e agradável ao mesmo tempo. Sereno. E em um determinado momento, enquanto caminhava, era possível avistar crianças do outro lado da rua. Tão indiferentes, tão felizes e despreocupadas… Que de repente, bateu uma saudade. Não sei bem do quê, ou de quem. Mas era um sentimento bom. Algo que eu poderia ficar, ali, sentindo pelo resto do dia. Algo, talvez, melhor do que o sentimento que eu tive pela manhã. E num impasse, mais inexplicável ainda, eu não tinha respostas… mas me perguntei o que eu fazia ali, imóvel, do outro lado da calçada observando eu já não sei mais o quê. Voltei pra casa, sem ao menos saber como eu consegui fazer isso. Era muita pergunta sem resposta, muita vontade de mudança pra pouco ato, muito… pra tão pouco. Se é que conseguem compreender a minha indignação. E eu não sabia bem o que estava acontecendo, I mean, o dia que me deu tantas expectativas, não era igual ao dia que eu planejei quando acordei. Eu só queria poder sentir aquilo (chamo de aquilo, porque não sei bem o que é) outra vez. Enquanto nenhuma resposta era dada, em meio àquele silêncio pleno, tudo ficou claro. E eu me lembrei do que tentava fugir há algum tempo. Mas eu não queria. Faz mal lembrar das coisas que se foram e não voltam mais. Dói, pra falar a verdade. E de tão claro que era, se tornou escuro. Um escuro eterno. Quase não conseguia enxergar meus próprios pensamentos em meio a tanta angústia. E, foi escutando um verso da minha música preferida, no momento, onde diz: ''E quando a escuridão vem, deixe-a entrar em você. Sua escuridão está brilhando. Minha escuridão está brilhando. Tenho fé em mim mesmo. Verdade.'' que eu pude perceber que, a tão temida escuridão, não é tão ruim quanto parece. Independente de quão pequena ou grande ela for. Ela sempre vai existir, para te confundir ou, nesse caso, me confortar. E, pela primeira vez, em míseros 14 anos de vida, eu pude perceber o que essa escuridão queria me dizer. Existem coisas que, feliz ou infelizmente, não podem terminar sem um final. O que eu quero dizer, é que qualquer história que um dia já tenha proporcionado tanta coisa, acima de tudo, alegria… Merece um final digno, não é mesmo? E, parando de fugir desse sentimento que me cercava há um tempo, eu me tornei de fato, muito gente. Pelo menos hoje. Agora. E, concluindo esse meu pensamento, no mínimo satisfatório, o escuro (mais uma vez) se tornou claro. Um branco inexplicável, pra ser mais específica. Um branco como a neve que eu via cair, com um sorriso no rosto, da minha janela.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Primeiro post, diretamente da gringa, e muito especial... compartilho com vocês o primeiro dia de neve, desde que cheguei na Europa. pena que eu tava muito ocupada dormindo e não pude ver *todos chora, ahahah :(* mas o dia hoje rendeu... consegui terminar meus desenhos, combinação deusa de Haribo + Ice Tea e descobri um som muito agradável. taí ó:
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